Processo seletivo para bolsas de pós-doutorado CAPES/PNPD no Programa de Pós-Graduação em Física da UFSC-Florianópolis.


O Programa de Pós-Graduação em Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC-Florianópolis) anuncia a disponibilidade de 4 (quatro) bolsas de pós-doutorado PNPD/CAPES, para o período de 2 (dois) anos, com possível prorrogação.  A mensalidade da bolsa é de 4.100.00 reais e o valor de custeio anual é de 12.000,00 reais.

O candidato pode atuar em linhas de pesquisa TEÓRICAS ou EXPERIMENTAIS, em uma das seguintes áreas: Astrofísica, Física Atômica e Molecular, Física da Matéria Condensada e Mecânica Estatística, Física Nuclear e de Hádrons, Física de Partículas e Campos.
Informações sobre os projetos e linhas de pesquisa:

– Duas (2) bolsas para o projeto “Fortalecimento das linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação da Física da UFSC” link projeto

– Uma (1) bolsa para o projeto “Fronteiras da Física Teórica e Computacional” link projeto

– Uma (1) bolsa para o projeto “Nanotecnologia e Instrumentação Virtual” link projeto

Edital CAPES- PNPD institucional: Click aqui

Inscrições:

O candidato deverá enviar e-mail para  com os seguintes documentos*:

1) Curriculum Vitae Lattes atualizado;

2) Descrição de interesses científicos, incluindo projeto de pesquisa para o período (outubro/2014 a setembro/2016) com no máximo 10 páginas;

3) Nome e e-mail de duas pessoas para eventuais cartas de recomendação;

4) O candidato deve, no ato da inscrição, informar o título do projeto para o qual estará concorrendo.

*Toda documentação deve ser enviada em um único e-mail. Os documentos 1 e 2 devem ser anexados ao e-mail, ambos em formato pdf.

Período de inscrições: 26/08/2014 a 12/09/2014

Divulgação do Resultado: até o dia 22 de setembro de 2014.

Critérios para seleção:

Os candidatos terão sua documentação avaliada pelos seguintes quesitos:

– Potencial e domínio do candidato em sua área de pesquisa;
– Diversidade de sua formação;
– Qualidade e quantidade de sua produção intelectual;
– Autonomia e maturidade científica;
– Potencialidade de interação efetiva com os grupos de pesquisa do Programa.

Requisitos do candidato à bolsa (item 4.4 do Edital da CAPES)

O candidato indicado para recebimento da bolsa do PNPD deverá atender aos seguintes requisitos:

a)   ser brasileiro ou possuir visto permanente no País. No caso de candidato estrangeiro, este deverá estar, no momento da implementação da bolsa, em situação regular no País;
b)    estar em dia com as obrigações eleitorais;
c)    possuir em seu currículo Lattes qualificações que demonstrem capacitação suficiente para desenvolver o projeto;
d)    não ser beneficiário de outra bolsa de qualquer natureza;
e)    dedicar-se integralmente e exclusivamente às atividades do projeto;
f)     não ter vínculo empregatício (celetista ou estatutário);
g)    não ser aposentado ou encontrar-se em situação equiparada;
h)    estar apto a iniciar as atividades relativas ao projeto tão logo seja aprovada a sua candidatura pela respectiva agência;
i)   ter obtido o título de doutor há, no máximo, 5 (cinco) anos quando da implementação da bolsa, estando de posse do seu diploma. Em caso de diploma obtido em instituição estrangeira, este deverá possuir o reconhecimento de validação, conforme dispositivo legal;
j)     ter seu currículo atualizado e disponível na Plataforma Lattes.

Concurso para professor do Departamento de Física da UFSC.


Concurso Prof. Adjunto, Departamento de Física – UFSC

 EDITAL Nº 175/DDP/2014

Site: https://php.coperve.ufsc.br/cpdo/editais.php

1 vaga Física Experimental. Requisitos para provimento no cargo: Graduação em Física e Doutorado ou PhD em: Física ou Ciências ou Astromia ou Química ou Doutorado proveniente de programas de Pós Graduação vinculados a Capes nas áreas das Engenharias.

1 vaga Física Computacional. Requisitos para provimento no cargo: Graduação em Física e Doutorado ou PhD em: Física ou Ciências ou Matemática ou Computação ou Físico-Química ou Doutorado proveniente de Programas de Pós Graduação vinculados a Capes nas áreas das Engenharias.

OBS: inscrições até 29 de abril 2014.

Oportunidade de doutorado Brasil (UFRGS) – França (Lyon 1) em superfícies super-repulsivas.


Tese de doutorado sanduíche. Superfícies super-repulsivas com dupla funcionalidade: da estruturação controlada aos mecanismos de estabilidade das interfaces.

A folha de lótus autolimpante, penas de aves impermeáveis e patas de insetos que caminham sobre a água são alguns dos exemplos na Natureza da super-hidrofobicidade, desvendada pelo estudo de micro-nanoestruturas e alvo de crescente atenção científica nos últimos anos. A área de aplicações das superfícies superrepulsivas à água, assim como aos óleos, é extremamente vasta e vai da capacidade de auto-limpeza à realização de dispositivos de micro-fluídica. Embora na última década inúmeros trabalhos tenham sido dedicados à elaboração e propriedades das superfícies ditas super-hidrofóbicas, o conhecimento é ainda bastante limitado sobre a elaboração e propriedades de superfícies com dupla funcionalidade, quando uma das funções é o caráter repulsivo em relação à água /óleos.

A tese de doutorado que propomos divide-se em duas fases distintas. A primeira será dedicada à elaboração controlada de superfícies bi-funcionais nas quais, além da propriedade de super-hidrofobicidade/oleofobicidade, será associada uma segunda funcionalidade, permitindo o controle fino das propriedades ópticas (como alta transmitância ou anti-reflexão). Esta parte da tese será realizada no Instituto de Física de Porto Alegre (UFRGS).

A segunda fase deste trabalho ocorrerá no Institut Lumière Matière da Universidade Lyon 1 na França. Nesta serão estudados os diferentes regimes de molhabilidade, a estabilidade das interfaces (líquido-sólido-gas) e a evolução destas, em função de parâmetros como: topografia das superfícies; características físicas dos fluidos (água/óleos) ; excitação acústica/térmica aplicada ao sistema gota-substrato.

O trabalho que propomos dará ao doutorando uma formação à competência tripla (nas áreas de física de superfícies, de interfaces e de óptica), além da oportunidade de trabalhar em dois países diferentes e interagir, assim, com pesquisadores de diferentes áreas.

Perfil do candidato: Bacharelado e/ou Mestrado em Física. O aluno deve ser motivado pela física experimental, mas disposto a assimilar os principais modelos teóricos do assunto. Conhecimentos sólidos anteriores na área de fenômenos de superfície, interfaciais ou ópticos (e.g., capilaridade, molhabilidade, polarimetria, interferometria) serão fortemente apreciados.

Candidatura: Envio por e-mail do CV completo, com ao menos o nome de um Professor de referência para contato.

Financiamento: CAPES – COFECUB

Contatos:

França
Profa. Stella RAMOS-CANUT
+33 (0) 4 72 43 12 18
stella.ramos-canut@univ-lyon1.fr
home-page : http://www-lpmcn.univ-lyon1.fr/~ramos/
Institut Lumière Matière (UMR 5306 CNRS)
Université Lyon 1, 69622 Villeurbanne, France

Brasil
Prof. Flavio HOROWITZ
(51) 3308-6491/-6514
flavio.horowitz@ufrgs.br :
Instituto de Física, UFRGS
Campus do Vale, CP 15051
Porto Alegre, RS 91501-970

Baixe aqui o arquivo .PDF desta divulgação.

 

Seleção para os cursos de mestrado e doutorado em Física na UEM (Maringá -PR).


Estão abertas as inscrições para o exame de seleção do Programa de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) em Física da UEM (Universidade Estadual de Maringá-PR), para ingresso em agosto de 2013.

As inscrições se encerram no dia 30 de junho de 2013. O exame de doutorado será realizado no dia 16 de julho, aplicado na UEM.

Mais informações em www.pfi.uem.br.

História da pesquisa em Materiais: Joaquim da Costa Ribeiro e o efeito termodielétrico.


Sergio Mascarenhas na “Memorial Lecture”, no XI Encontro da SBPMat.

Desde o ano passado, a SBPMat outorga, anualmente, uma distinção a um pesquisador de carreira destacada na área de Materiais, quem profere uma palestra durante o encontro anual da sociedade. O nome desse ato é “Memorial Lecture Joaquim Costa Ribeiro”, em homenagem a esse pioneiro da pesquisa experimental em Materiais no Brasil.

Neste ano, a distinção foi outorgada na noite da abertura do XI Encontro da SBPMat ao professor Sergio Mascarenhas, apresentado pelo presidente da SBPMat, professor Roberto Faria, como “uma pessoa que inspirou muitas gerações de jovens pesquisadores, principalmente na área de Materiais”.

Na sua palestra, sobre passado e futuro da pesquisa em Materiais no Brasil, Mascarenhas mostrou e comentou uma série de fotografias dos primórdios da pesquisa científica brasileira. Entre muitas imagens de físicos, brasileiros e estrangeiros, apareceu um engenheiro carioca, lembrado inicialmente pelo palestrante como seu primeiro professor de Física do Estado Sólido, “que era considerada pelos físicos uma disciplina para engenheiros”. Tratava-se, justamente, de Joaquim da Costa Ribeiro.

Formatura de Costa Ribeiro, 1928. Engenheiro Mecânico Eletricista. Fonte: Acervo Costa Ribeiro/ Arquivos Históricos em História da Ciência/CLE-Unicamp.

O efeito termodielétrico ou efeito Costa Ribeiro

Diplomado engenheiro civil e engenheiro mecânico-eletricista em 1928 pela Escola Nacional de Engenharia, Costa Ribeiro se tornou docente da recém-fundada Universidade do Brasil (atual UFRJ) e passou a formar parte do ambiente do Instituto Nacional de Tecnologia, que tinha um pouco mais de infraestrutura laboratorial que a universidade. Dessa maneira, Costa Ribeiro participou de duas das pouquíssimas instituições voltadas ao ensino e pesquisa de ciências que existiam no país na época.

Desde 1943, Costa Ribeiro trabalhou junto ao físico alemão Bernard Gross, que chegou ao Brasil em 1933 e organizou o primeiro curso de Física do Rio de Janeiro, dois anos depois. De acordo com o professor Mascarenhas, Costa Ribeiro e Gross, “gigantes da ciência brasileira”, podem ser considerados os pioneiros nacionais da Física da Matéria Condensada, disciplina que está entre os pilares da área de Materiais. Na época em que eles desenvolveram seus estudos, a pesquisa em Física no Brasil focava as áreas Nuclear e de Partículas, desenvolvidas por cientistas como Cesar Lattes, Mário Schenberg e Jayme Tiomno.

Inicialmente, Costa Ribeiro estudou novos métodos para medir radioatividade e aplicá-los a minerais brasileiros, conseguindo notáveis contribuições. Em seguida, passou a estudar materiais dielétricos (isolantes elétricos sólidos), como o naftaleno e a cera de carnaúba (palmeira típica da região nordeste do Brasil), e eletretos (sólidos com carga elétrica quase permanente).

Foi então que Costa Ribeiro observou pela primeira vez um efeito interessante, enquanto trabalhava com alguns materiais dielétricos. A fusão por aquecimento, sem aplicação de campos elétricos externos, fazia aparecer uma corrente elétrica no material isolante. Depois de solidificadas, as amostras permaneciam carregadas, constituindo eletretos. Em conclusão, para o eletreto se formar, bastava a natural solidificação do material dielétrico após ser derretido por aquecimento. Na lembrança de Bernard Gross, recuperada num artigo do professor Guilherme Leal Ferreira, essa primeira experiência foi realizada com cera de carnaúba.

A elucidação do fenômeno

Em entrevista dos Arquivos Históricos do CLE/Unicamp, realizada em 1988, os cientistas Jayme Tiomno e Elisa Frota Pessoa, que foram alunos de Costa Ribeiro e auxiliares dele na pesquisa do efeito termodielétrico, compartilharam suas lembranças sobre o processo que levou à elucidação do fenômeno. De acordo com eles, em 1943, Costa Ribeiro decidiu fazer o concurso de cátedra na Universidade do Brasil, para o qual tinha que preparar uma tese com uma pesquisa original. O professor seguiu então a sugestão de Bernand Gross de estudar eletretos orgânicos puros.

“Ele começou repetindo a preparação de eletreto usando naftaleno e observando suas propriedades. (…) Trabalhava intensamente, em geral à tarde e noitinha. Uma noite, após colocar o naftaleno fundido numa célula para solidificar  e aplicar  o  campo  elétrico, teve  de interromper e sair. No dia seguinte retirou o disco sólido de naftaleno para fundir e recomeçar, mas resolveu  examiná-lo  ao  eletrômetro.  Era  um  eletreto!”

Mas esse ainda não era o efeito termodielétrico, e sim um efeito estático, segundo Tiomno, que descreveu: “Depois de preparar vários eletretos sem aplicação de campo elétrico externo, ele percebeu que o efeito era mais intenso quando o resfriamento era mais rápido – era um efeito da velocidade de solidificação. Construiu então uma aparelhagem engenhosa e de acabamento muito bem feito em que podia observar o movimento da interface do naftaleno líquido com o solidificado por resfriamento, medindo simultaneamente a velocidade de solidificação (ou fusão) e a intensidade da corrente elétrica detectada num eletrômetro de Wulf. Verificada a correlação dessas grandezas, estava descoberto o fenômeno termodielétrico ou efeito Costa Ribeiro”.

Divulgação da pesquisa

A primeira publicação de Ribeiro descrevendo o efeito data de 1943. Intitulada “Sobre a eletrização da cera de carnaúba na ausência de campo elétrico exterior”, a comunicação foi feita na forma de uma apresentação à Academia Brasileira de Ciências e, em seguida, num artigo publicado nos anais da instituição.  Em 1945, o efeito termodielétrico foi objeto da tese apresentada por Costa Ribeiro à Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil no concurso para professor da cadeira de Física Geral e Experimental.  Em 1953, a Academia Brasileira de Ciências lhe outorgou o Prêmio  Einstein pelo efeito termodielétrico.

Costa Ribeiro em seu laboratório, 1952. Fonte: Acervo Costa Ribeiro/ Arquivos Históricos em História da Ciência/CLE-Unicamp.

Na entrevista do CLE/Unicamp, Jayme Tiomno e Elisa Pessoa falam também sobre a divulgação do efeito no exterior. Segundo eles, ela começou a ser feita por Costa Ribeiro na Argentina, em reuniões da Associação Física Argentina em 1945 e 1948. Também em 1948, a convite da Universidade de Paris, Costa Ribeiro realizou na Sorbonne uma série de três palestras. Em 1951, um resumo de seu trabalho, que tinha sido publicado em inglês nos Anais da Academia Brasileira de  Ciências, foi indexado no “Physics Abstracts”. Em 1954, o cientista realizou nos Estados  Unidos  quatro palestras sobre suas  pesquisas  no Massachussets  Institute  of  Technology, no Bureau of Standards (atual National Institute of Standards and Technology), na Yale University e na General Electric.

Em maio de 1950, os cientistas estadunidenses Everly J. Workman e Steve E. Reynolds publicaram um artigo no periódico Physical Review descrevendo o mesmo fenômeno, observado por eles na transição de fase entre a água e o gelo. Em consequência, o fenômeno da eletrificação de materiais isolantes na mudança de fase é citado na literatura com diversos nomes, ora “efeito Costa Ribeiro” ora “efeito Workman-Reynolds” ou, simplesmente, “efeito termodielétrico”.

O artigo do professor Leal Ferreira sobre o efeito Costa Ribeiro cita que hoje se sabe que o fenômeno da eletrização dos dielétricos gerada pela sua solidificação tinha sido mencionado no século XVIII por Stephen Gray, um dos pioneiros dos estudos experimentais em condução elétrica. Ferreira destaca nesse artigo que, muito além do mérito da prioridade da descoberta, existe o mérito da persistência de Joaquim Costa Ribeiro em estudar experimentalmente o efeito encontrado – mérito aumentado pelas precárias condições de trabalho existentes na época no Brasil.

Apesar de ter uma tendência a “se virar” sozinho, desde a construção de seus instrumentos laboratoriais até a interpretação dos resultados, Costa Ribeiro contou com colaboradores em seus estudos sobre o efeito termodielétrico. Tiomno, por exemplo, contribuiu bastante com a parte teórica, a ponto de merecer um agradecimento especial do professor na tese apresentada à Universidade do Brasil. Armando Dias Tavares e Sergio Mascarenhas também fizeram parte dos colaboradores e dos continuadores das pesquisas no tema.

Quanto às aplicações do efeito, Mascarenhas comenta que o fenômeno tem mais valor de ciência fundamental do que em aplicações tecnológicas, apesar de existir algumas aplicações, como a descrita em um artigo de 1968 sobre seu uso em radiômetros do setor aeronáutico (L.D. Russel and B.H. Beam, Journal of Spacecraft and rockets, vol. 5, pg. 1501, 1968). “Infelizmente, o efeito é pouco ensinado nos cursos tradicionais”, lamenta Mascarenhas.

Costa Ribeiro e esposa. Fonte: Acervo Costa Ribeiro/ Arquivos Históricos em História da Ciência/CLE-Unicamp.

Mais sobre Joaquim Costa Ribeiro

Casado com uma mulher francesa, a quem dedicou muitas de suas poesias, Costa Ribeiro foi pai de oito filhos. Para sustentar a família, numa época em que o professor universitário ganhava uns poucos salários mínimos, o cientista tinha vários empregos simultâneos. Dava aulas em diversas instituições e colégios.

Os colegas de trabalho e parentes o descrevem com adjetivos como estes: humanista, sereno, humilde, inventivo, autodidata, habilidoso com as mãos, intuitivo, inteligente e minucioso.

II Reunião Consultiva da ONU para aplicações pacíficas da Energia Atômica, maio 1955. Fonte: Acervo Costa Ribeiro/ Arquivos Históricos em História da Ciência/CLE-Unicamp.

Muito católico, questionado por alunos seus sobre como conseguir conciliar religião e ciência, respondeu: “É simples, eu separo  completamente.  Quando estou na religião, estou na religião; quando estou na ciência, estou na ciência”

Além de suas contribuições científicas, Costa Ribeiro desempenhou papeis importantes na criação do CBPF (1949) e do CNPq (1951) e participou de várias iniciativas nacionais e internacionais sobre o uso da energia nuclear.

Faleceu em 1960 no Rio de Janeiro.

Saiba mais.

  • G. F. Leal Ferreira. Ha 50 Anos: O Efeito Costa Ribeiro. Revista Brasileira de Ensino de Fsica, vol. 22, no. 3, Setembro, 2000. Disponível aqui.
  • Arquivos históricos em História da Ciência. CLE-Unicamp. Acervo Joaquim da Costa Ribeiro. Disponível aqui.
  • Arquivos históricos em História da Ciência. CLE-Unicamp. Depoimentos orais. Entrevista com Jayme Tiommo e Elisa Frota Pessoa. Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, 18 de maio de 1988. Disponível aqui.

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