{"id":7709,"date":"2019-05-30T14:18:51","date_gmt":"2019-05-30T17:18:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/?p=7709"},"modified":"2019-06-06T18:11:14","modified_gmt":"2019-06-06T21:11:14","slug":"da-ideia-a-inovacao-nanotecnologia-para-uma-agricultura-sustentavel-e-produtiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/da-ideia-a-inovacao-nanotecnologia-para-uma-agricultura-sustentavel-e-produtiva\/","title":{"rendered":"Da ideia \u00e0 inova\u00e7\u00e3o: nanotecnologia para uma agricultura sustent\u00e1vel e produtiva."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/krilltechss.com\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-7710\" src=\"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/krilltech-e1559322686474.png\" alt=\"krilltech\" width=\"400\" height=\"289\" \/><\/a>Usar nanotecnologia para resolver problemas importantes da humanidade \u00e9, h\u00e1 muitos anos, uma meta pessoal de Marcelo Oliveira Rodrigues, professor da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e s\u00f3cio da <a href=\"https:\/\/krilltechss.com\/\">Krilltech<\/a>.<\/p>\n<p>Um desses problemas \u00e9, sem d\u00favida, o da produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Dados da ONU e da FAO mostram que a demanda por alimentos crescer\u00e1 mais de 50% at\u00e9 2050, enquanto a expans\u00e3o das \u00e1reas dispon\u00edveis para agricultura n\u00e3o acompanhar\u00e1 esse crescimento.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ada ao mercado neste ano como culmina\u00e7\u00e3o de sete anos de pesquisa, desenvolvimento e testes, a Krilltech poder\u00e1 fazer a sua contribui\u00e7\u00e3o, pela via da nanotecnologia, para uma agricultura mais produtiva e ecologicamente correta, que gere alimentos com melhor qualidade nutricional. \u00a0\u201cNossa tecnologia \u00e9 uma revolu\u00e7\u00e3o nos modos de produ\u00e7\u00e3o e na forma como se faz agricultura sustent\u00e1vel\u201d, diz Rodrigues.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ter alguns projetos em desenvolvimento, a startup j\u00e1 conta com um portf\u00f3lio de produtos, que inclui uma linha adapt\u00e1vel \u00e0s necessidades do cliente. Os produtos podem ser aplicados no solo ou nas folhas das plantas, ou at\u00e9 mesmo na \u00e1gua, no caso de cultivos hidrop\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Os produtos da Krilltech aumentam as taxas de fotoss\u00edntese das plantas cultivadas, tornam mais eficiente seu consumo de \u00e1gua e aceleram seu metabolismo (bioestimulantes). Ao mesmo tempo, atuam como fertilizantes ao fornecer os micro e macro nutrientes necess\u00e1rios para o crescimento dos vegetais (nitrog\u00eanio, carbono, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio, entre outros). \u201cNossos nanoprodutos possuem multifun\u00e7\u00e3o\u201d, diz Rodrigues. A startup tamb\u00e9m possui uma linha de produtos para incorporar sais minerais como zinco e ferro em gr\u00e3os e vegetais. \u201cProduzir batata, milho, lentilha e gr\u00e3o-de-bico enriquecidos com ferro e zinco ir\u00e1 contribuir para dirimir problemas de sa\u00fade p\u00fablica associados \u00e0 defici\u00eancia de sais minerais essenciais\u201d, exemplifica o professor \u2013 pesquisador \u2013 empreendedor.<\/p>\n<p>Por ser baseados em nanotecnologia, esses bioestimulantes &#8211; fertilizantes superam limita\u00e7\u00f5es das tecnologias convencionais e conseguem entregar muito mais nutrientes aos cultivos. \u201cEstabilizar em meio aquosos todos os macro e micronutrientes em uma solu\u00e7\u00e3o requer um material com elevada \u00e1rea superficial e extremamente hidrof\u00edlico. Sem recorrer \u00e0 nanotecnologia \u00e9 uma tarefa extremamente dif\u00edcil\u201d, explica Rodrigues.<\/p>\n<p>De acordo com ele, os produtos da Krilltech n\u00e3o afetam a biota (conjunto de seres vivos) de solos e corpos de \u00e1gua, n\u00e3o se acumulam nos tecidos das plantas (s\u00e3o metabolizados), e n\u00e3o s\u00e3o t\u00f3xicos para fungos, bact\u00e9rias e animais. Para garantir a n\u00e3o-toxicidade de seus produtos, a Krilltech conta com resultados de testes realizados com larvas, vermes, fungos, bact\u00e9rias, peixes, diversas linhagens de c\u00e9lulas sadias e tumorais e cobaias.<\/p>\n<p>Quanto aos processos produtivos da Krilltech, eles envolvem custos relativamente baixos, em parte devido ao sistema <em>lean<\/em> adotado pela startup, baseado na nivela\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de acordo com a demanda e no foco em aumentar a efici\u00eancia e evitar desperd\u00edcio nos processos de produ\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00f3s trabalhamos com produtos sofisticados, por\u00e9m os processos de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o eficientes e n\u00e3o necessitamos de equipamentos importados para produzir\u201d, comenta Rodrigues. \u201cUm investimento inicial de 70 mil reais \u00e9 mais do que suficiente para produzirmos cerca de 150 kg\/hora dos nossos produtos\u201d, revela. Al\u00e9m disso, a Krilltech n\u00e3o utiliza reagentes t\u00f3xicos em seus processos e n\u00e3o gera res\u00edduos, diz Rodrigues.<\/p>\n<p>Com essas caracter\u00edsticas da sua tecnologia, processos produtivos e produtos, a Krilltech quer conquistar um lugar no crescente mercado de bioestimulantes, atualmente dominado por empresas multinacionais sediadas principalmente na Europa, al\u00e9m da Am\u00e9rica do Norte e \u00cdndia. Segundo estimativas informadas pela Krilltech, a demanda por bioestimulantes aumentar\u00e1 principalmente na \u00c1sia e Am\u00e9rica do Sul. Calcula-se que esse mercado movimentar\u00e1 cerca de US$ 3,5 bilh\u00f5es em 2022.<\/p>\n<p><strong>Surgimento da startup: parceria UnB &#8211; Embrapa<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_7711\" aria-describedby=\"caption-attachment-7711\" style=\"width: 475px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-7711\" src=\"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/empreendedores-krilltech.jpg\" alt=\"S\u00f3cios da Krilltech. Acima: Ata\u00edlson Oliveira (diretor de tecnologia), Rog\u00e9rio Faria (diretor industrial) e Carime Vit\u00f3ria (diretora de P&amp;D), todos doutorandos em Qu\u00edmica na UnB. Em baixo: Marcelo Rodrigues e Marcelo Henrique (professores da UnB). \" width=\"475\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/empreendedores-krilltech.jpg 475w, https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/empreendedores-krilltech-300x251.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 475px) 100vw, 475px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7711\" class=\"wp-caption-text\">S\u00f3cios da Krilltech. Acima: Ata\u00edlson Oliveira (diretor de tecnologia), Rog\u00e9rio Faria (diretor industrial) e Carime Vit\u00f3ria (diretora de P&amp;D), todos doutorandos em Qu\u00edmica na UnB. Em baixo: Marcelo Rodrigues e Marcelo Henrique (professores da UnB).<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cTransformar pesquisa cient\u00edfica em tecnologias absorvidas pelo mercado consumidor sempre foi um desejo pessoal\u201d, diz o professor Rodrigues. Assim, em 2012, pouco depois de ingressar na UnB como professor adjunto, ele identificou projetos de seu grupo de pesquisa que tinham potencial de virar inova\u00e7\u00f5es. Em 2016, o grupo tinha desenvolvido uma nanoformula\u00e7\u00e3o \u00e0 base de um f\u00e1rmaco de alto custo, usado no SUS (sistema \u00fanico de sa\u00fade) para tratar infec\u00e7\u00f5es f\u00fangicas. \u201cConseguimos reduzir a toxicidade e o custo do f\u00e1rmaco em cerca de 40 vezes, por\u00e9m fomos frustrados com a falta de recurso para avan\u00e7ar nos estudos pr\u00e9-cl\u00ednicos de acordo com as normas Anvisa\u201d, conta Rodrigues.<\/p>\n<p>Ainda em 2016, o grupo come\u00e7ou a dialogar com uma unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa, a Embrapa Hortali\u00e7as, localizada em Bras\u00edlia. Inicialmente, buscava-se o desenvolvimento de pl\u00e1sticos com propriedades \u00f3pticas especiais para uso em cultivo protegido (estufa e similares). \u201cAs conversas com o Dr. Juscimar Silva (Embrapa) evolu\u00edram para o desenvolvimento dos nossos nanobioestimulantes\u201d, diz Rodrigues.<\/p>\n<p>O desenvolvimento laboratorial da tecnologia foi realizado na UnB, com participa\u00e7\u00e3o de alunos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mestrado e doutorado, e suporte das ag\u00eancias governamentais FAP-DF, CNPq e Capes por meio de bolsas e recursos para material de consumo. \u201cO financiamento p\u00fablico foi essencial para os primeiros est\u00e1gios de desenvolvimento\u201d, frisa Rodrigues.<\/p>\n<p>Com apoio da Embrapa, a tecnologia foi testada na cultura de tomate, piment\u00e3o e alface. \u201cHoje estamos avaliando nossos produtos nas grandes monoculturas do pa\u00eds em parceria com empresas nacionais e multinacionais\u201d, conta o s\u00f3cio da Krilltech.<\/p>\n<p>Em 2018, startup entrou no programa de pr\u00e9-incuba\u00e7\u00e3o do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico (<a href=\"http:\/\/cdt.unb.br\/multincubadora\/\">CDT<\/a>)\u00a0da UnB, que visa auxiliar no desenvolvimento do modelo e plano de neg\u00f3cios e na formaliza\u00e7\u00e3o da futura empresa.<\/p>\n<p>Atualmente, a Krilltech, junto \u00e0 UnB e Embrapa, est\u00e1 em fase final de dep\u00f3sito da patente relativa \u00e0 tecnologia usada nos produtos. \u201cA Krilltech tem direito a exclusividade para explorar as tecnologias\u201d, afirma Rodrigues.<\/p>\n<p>Confiante na alta performance de seus produtos e na agilidade no desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es, a Krilltech j\u00e1 tem novos parceiros e novos projetos. A startup tem uma parceria para viabilizar a cultura de l\u00fapulo na regi\u00e3o Centro-Oeste e est\u00e1 testando sua tecnologia em condi\u00e7\u00f5es de microgravidade visando contribuir a projetos de cultivo fora do planeta Terra (<em>space farming<\/em>). Al\u00e9m disso, adianta Rodrigues, em breve uma segunda startup ser\u00e1 criada para explorar nanobiopesticidas de baix\u00edssima toxicidade desenvolvidos no grupo.<\/p>\n<p>Veja nossa breve entrevista com Rodrigues, que se formou em Qu\u00edmica pela Universidade Federal de Sergipe na gradua\u00e7\u00e3o e mestrado e obteve seu diploma de doutor em Qu\u00edmica em 2010 pela Universidade Federal de Pernambuco.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; Quais foram os fatores mais importantes no sentido de viabilizar a cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da startup?<\/strong><\/p>\n<p>Marcelo Oliveira Rodrigues: &#8211; Sem d\u00favida, o suporte oferecido pela UnB, MCTI e pela EMBRAPA em termos das prote\u00e7\u00f5es das tecnologias, consultorias e treinamentos foram fundamentais para cria\u00e7\u00e3o da Krilltech. Por\u00e9m, gostaria de frisar que a crise induzida \u00e0 qual a ci\u00eancia brasileira vem sendo submetida e as dificuldades de se celebrar acordos de coopera\u00e7\u00e3o entre a Universidade e o setor privado foram dois fatores que contribu\u00edram bastante para iniciarmos esse movimento de empreender.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; <\/strong><strong>Quais foram as principais dificuldades enfrentadas at\u00e9 momento pela startup?<\/strong><\/p>\n<p>Marcelo Oliveira Rodrigues<em>: &#8211;<\/em> Sair da zona de conforto implica em dificuldades que precisam ser superadas. Aprender a empreender requereu uma mudan\u00e7a cultural na forma como planejamos e desenvolvemos nossos projetos; creio que essa foi a grande dificuldade que superamos.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211;\u00a0Qual \u00e9, na sua vis\u00e3o, a principal contribui\u00e7\u00e3o da startup para a sociedade?<\/strong><\/p>\n<p>Marcelo Oliveira Rodrigues: &#8211; Nossa tecnologia contribui para redu\u00e7\u00e3o do impacto ambiental causado pela aplica\u00e7\u00e3o de fertilizantes convencionais. Por exemplo, quando f\u00f3sforo e nitrog\u00eanio de fertilizantes s\u00e3o indevidamente lixiviados para rios, lagos e oceanos, eles podem induzir a forma\u00e7\u00e3o de zonas mortas, j\u00e1 que o processo de eutrofiza\u00e7\u00e3o pode induzir o crescimento excessivo de algas que destroem o oxig\u00eanio da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio dos nanomateriais convencionais (nanopart\u00edculas met\u00e1licas e de \u00f3xidos met\u00e1licos, micelas polim\u00e9ricas etc), a nossa tecnologia viabiliza o emprego da nanotecnologia na agricultura. A Krilltech vem contribuir para uma reformula\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de fertilizantes e fitoestimulantes, pois nossa tecnologia representa:<\/p>\n<ul>\n<li>O desenvolvimento de uma agricultura sustent\u00e1vel baseada em agroqu\u00edmicos ecol\u00f3gicos;<\/li>\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para eliminar e reduzir o uso de insumos e pr\u00e1ticas de agroqu\u00edmicos perigosos (insumos qu\u00edmicos menos perigosos);<\/li>\n<li>Mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos ambientais e de sa\u00fade humana devido \u00e0 n\u00e3o- toxicidade dos nossos produtos (design de produtos qu\u00edmicos mais seguros);<\/li>\n<li>Elimina\u00e7\u00e3o do impacto adverso da transfer\u00eancia tr\u00f3fica de nanopart\u00edculas convencionais na cadeia alimentar;<\/li>\n<li>Um paradigma disruptivo necess\u00e1rio para a inova\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de alimentos com base em nanomateriais verdes.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211;\u00a0Qual \u00e9 sua meta\/ seu sonho para a startup?<\/strong><\/p>\n<p>Marcelo Oliveira Rodrigues: &#8211; Teremos unidades da Krilltech espalhadas pelo mundo inteiro, veremos nossa tecnologia contribuir para o desenvolvimento sustent\u00e1vel e contribuiremos para reduzir o impacto da eros\u00e3o nutricional e desnutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; Deixe uma mensagem para nossos leitores do boletim e seguidores das redes sociais que avaliam a possibilidade de criar uma startup.<\/strong><\/p>\n<p>Marcelo Oliveira Rodrigues: &#8211;\u00a0Dominar bem a tecnologia, conhecer o mercado e n\u00e3o desistir com as dificuldades. O ambiente de inova\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 insalubre e se sobressair nessas condi\u00e7\u00f5es aumenta as chances de sucesso.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usar nanotecnologia para resolver problemas importantes da humanidade \u00e9, h\u00e1 muitos anos, uma meta pessoal de Marcelo Oliveira Rodrigues, professor da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e s\u00f3cio da Krilltech. Um desses problemas \u00e9, sem d\u00favida, o da produ\u00e7\u00e3o de alimentos. 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