{"id":3478,"date":"2015-06-03T17:50:09","date_gmt":"2015-06-03T20:50:09","guid":{"rendered":"http:\/\/sbpmat.org.br\/?p=3478"},"modified":"2016-09-22T02:13:19","modified_gmt":"2016-09-22T05:13:19","slug":"gente-da-nossa-comunidade-entrevista-com-o-pesquisador-israel-baumvol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/gente-da-nossa-comunidade-entrevista-com-o-pesquisador-israel-baumvol\/","title":{"rendered":"Gente da nossa comunidade: entrevista com o pesquisador Israel Baumvol."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/israel.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-3479\" title=\"israel\" src=\"http:\/\/sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/israel.jpg\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"560\" srcset=\"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/israel.jpg 668w, https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/israel-250x300.jpg 250w\" sizes=\"(max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7503942249157750\" target=\"_blank\">Israel Jacob Rabin Baumvol<\/a>\u00a0nasceu no Rio Grande do Sul, na cidade de S\u00e3o Gabriel, no \u00faltimo dia de 1947. Ainda crian\u00e7a, mudou-se para Porto Alegre com seus pais e irm\u00e3os. Aos 19 anos de idade, ingressou na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para estudar F\u00edsica. Nos anos seguintes, Baumvol dedicou muitos esfor\u00e7os aos estudos tentando atender o padr\u00e3o de exig\u00eancia acad\u00eamica do bacharelado em F\u00edsica da federal ga\u00facha,\u00a0al\u00e9m de participar da atividade pol\u00edtica que ocorria na universidade contra o governo militar vigente. Em 1971, concluiu a gradua\u00e7\u00e3o &#8211; sem ter se destacado como um bom estudante, segundo ele. No ano seguinte, mudou-se para S\u00e3o Paulo para realizar o mestrado na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), em F\u00edsica nuclear e sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Oscar Sala. Em 1975, retornou \u00e0 UFRGS para fazer doutorado com orienta\u00e7\u00e3o do professor Fernando Zawislak, estudando compostos de estrutura perovskita. Durante o doutorado, tornou-se professor da UFRGS. Em 1977 defendeu sua tese. Para o p\u00f3s-doutorado, Baumvol escolheu uma institui\u00e7\u00e3o de pesquisa industrial na Inglaterra, hoje conhecida como Harwell campus. Ali, entre 1979 e 1981, trabalhou com t\u00e9cnicas de implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica e suas aplica\u00e7\u00f5es, principalmente a implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica por imers\u00e3o em plasma (PIII), participando de contratos de pesquisa com grandes empresas. A partir da sua expertise em PIII, Baumvol ingressou no mundo dos materiais para microeletr\u00f4nica, \u00e1rea na qual fez significativas contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edfico-tecnol\u00f3gicas e ganhou reputa\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, Israel Baumvol foi pesquisador convidado do centro de pesquisa da IBM (1984 a 1988) e dos Laborat\u00f3rios Bell, da empresa Lucent (1998 a 1999). Na Fran\u00e7a, entre 1992 e 1996, foi professor convidado da\u00a0<em>Universit\u00e9 Pierre et Marie Curie<\/em>\u00a0e da\u00a0<em>Universit\u00e9 Paris Diderot<\/em>\u00a0(Paris 7). Em 1997, ap\u00f3s ficar em primeiro lugar em concurso p\u00fablico, foi nomeado professor titular de Paris 7, mas n\u00e3o assumiu o cargo para permanecer na UFRGS. De 1995 a 1996, foi professor convidado da\u00a0<em>Ruhr Universit\u00e4t<\/em>, na Alemanha.<\/p>\n<p>Baumvol tamb\u00e9m foi coordenador de eventos internacionais realizados fora do Brasil. Em 2000 e 2005, foi coordenador (<em>chairman<\/em>) de simp\u00f3sios internacionais de F\u00edsico-Qu\u00edmica do \u00f3xido de sil\u00edcio e da interface sil\u00edcio \u2013 di\u00f3xido de sil\u00edcio, organizados pela\u00a0<em>Electrochemical Society<\/em>.\u00a0Em 2001, coordenou o\u00a0<em>International Workshop on Device Technology<\/em>, da\u00a0<em>Materials Research Society<\/em>(MRS), realizado em Porto Alegre.\u00a0Em 2004, foi\u00a0<em>meeting chair<\/em>\u00a0do\u00a0<em>Spring Meeting &amp; Exhibit<\/em>\u00a0da MRS, que ocorre anualmente em San Francisco (Estados Unidos).<\/p>\n<p>Em 2003, ao se aposentar do seu cargo de professor titular da UFRGS, liderou a cria\u00e7\u00e3o do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia e Ci\u00eancia dos Materiais da Universidade de Caxias do Sul (UCS), na regi\u00e3o da serra ga\u00facha, e foi coordenador e pesquisador do programa at\u00e9 2014.<\/p>\n<p>De 2002 a 2003, Baumvol presidiu a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). Mais recentemente, entre 2011 e 2013, foi vice-coordenador da \u00c1rea de Materiais na Capes.\u00a0Baumvol tamb\u00e9m coordenou grandes projetos do CNPq na \u00e1rea de Materiais, como a primeira\u00a0Rede Nacional de Pesquisa em Materiais Nanoestruturados (2001-2005) e o INCT de Engenharia de Superf\u00edcies (2009 a 2010).<\/p>\n<p>Ao longo de sua carreira cient\u00edfica, Israel Baumvol tem desenvolvido pesquisas em temas relacionados \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica, F\u00edsica de filmes finos e modifica\u00e7\u00e3o de superf\u00edcies, al\u00e9m de materiais para microeletr\u00f4nica. Bolsista de produtividade de n\u00edvel 1A no CNPq, Baumvol \u00e9 autor de\u00a0mais de 270 artigos publicados em peri\u00f3dicos cient\u00edficos com revis\u00e3o por pares, al\u00e9m de livros e cap\u00edtulos de livros. Sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica conta com 3.000 cita\u00e7\u00f5es, aproximadamente. Orientou cerca de 30 trabalhos de mestrado e doutorado.<\/p>\n<p>No ano 2000 foi escolhido Pesquisador Destaque pela FAPERGS; em 2010 foi nomeado Comendador da Ordem Nacional do M\u00e9rito Cient\u00edfico pela Presid\u00eancia da Rep\u00fablica e, no ano seguinte, foi diplomado Professor Em\u00e9rito pela UFRGS. Em maio deste ano, foi inaugurado o laborat\u00f3rio \u201cCentral de Microscopia Professor Israel Baumvol\u201d na UCS.<\/p>\n<p>Segue uma entrevista com o cientista.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; Conte-nos o que o levou a se tornar um cientista e a trabalhar em temas da \u00e1rea de Materiais.<\/strong><\/p>\n<p>Israel Baumvol: &#8211; Foi a jun\u00e7\u00e3o de tr\u00eas fatores. O primeiro foi o desejo de utilizar meus conhecimentos, para um dia poder contribuir para o progresso do pa\u00eds e dos seus cidad\u00e3os. Este desejo desenvolveu-se atrav\u00e9s de leituras e forte participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica durante o curso de gradua\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, como em Porto Alegre a tradi\u00e7\u00e3o de pesquisa fundamental era muito forte e n\u00e3o havia ningu\u00e9m que trabalhasse em F\u00edsica aplicada, eu fiz uma forma\u00e7\u00e3o estritamente acad\u00eamica, o que foi muito bom para o meu futuro. O segundo fator foi o meu p\u00f3s-doutorado, para o qual escolhi uma institui\u00e7\u00e3o de pesquisa industrial, na Inglaterra. Fui para l\u00e1 em 1979, para aprender implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica, pois a institui\u00e7\u00e3o era pioneira neste m\u00e9todo. L\u00e1 eu entrei em contato com a implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica, sobretudo as suas aplica\u00e7\u00f5es, tais como redu\u00e7\u00e3o do atrito em componentes met\u00e1licos (por exemplo ligas Ti-Al) por implanta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e compostos i\u00f4nicos pesados, aumento da resist\u00eancia ao desgaste e \u00e0 corros\u00e3o de a\u00e7os por nitreta\u00e7\u00e3o, oxinitreta\u00e7\u00e3o e nitrocarbeta\u00e7\u00e3o, usando o m\u00e9todo da\u00a0 implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica por imers\u00e3o em plasma (PIII). Naquela \u00e9poca estavam construindo ali o primeiro reator de PIII para escala industrial, com volume de, aproximadamente, 30 m<sup>3<\/sup>,<sup>\u00a0<\/sup>que depois multiplicou-se por todo mundo, inclusive com empresas especializadas na fabrica\u00e7\u00e3o destes reatores, tais como a Eaton e v\u00e1rias outras, inclusive duas empresas no Brasil. Este ambiente de F\u00edsica aplicada me fascinou pelas possibilidades. Participei de v\u00e1rios contratos de pesquisa, como o de pr\u00f3teses \u00f3sseas para uma empresa fabricante japonesa, o de l\u00e2minas de turbina para a Rolls-Royce e o de l\u00e2minas de corte do projeto de futuros barbeadores el\u00e9tricos para a Philips. Estes projetos, al\u00e9m de me fascinarem, tinham um componente que para mim era rom\u00e2ntico: tratava-se de projetos confidenciais. O terceiro e \u00faltimo fator ocorreu ao fim do meu p\u00f3s-doutorado. Fui a um congresso na Alemanha, onde dei uma palestra de 50 minutos, algo muito dif\u00edcil nos dias de hoje, em que as palestras t\u00eam da ordem de 20 minutos apenas. Quando terminei de falar e responder as perguntas, houve um\u00a0<em>coffee break<\/em>. O Dr. James F. Ziegler aproximou-se de mim, apresentou-se e entregou-me seu cart\u00e3o de visitas, no qual estava escrito \u201cResearch Director, Thomas J. Watson Research Center, IBM\u201d. Ele convidou-me para ir para l\u00e1 porque, durante a minha palestra, ele se deu conta que o m\u00e9todo PIII poderia resolver um problema s\u00e9rio que a IBM tinha com os discos r\u00edgidos. Outra vez, o canto de sereia de projeto confidencial. Aceitei o convite e, durante alguns anos, passei as f\u00e9rias de ver\u00e3o e de inverno, tr\u00eas a quatro meses por ano, na IBM \u2013 Yorktown. L\u00e1 entrei em contato com algo inusitado para mim, a tecnologia do sil\u00edcio, que estava no nascedouro. Outro fasc\u00ednio e a minha cabe\u00e7a estava feita, Engenharia e Ci\u00eancia dos Materiais.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; Quais s\u00e3o, na sua pr\u00f3pria avalia\u00e7\u00e3o, as suas principais contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 \u00e1rea de Materiais?<\/strong><\/p>\n<p>Israel Baumvol: &#8211; Trabalhei em muitos temas diferentes na minha atividade profissional, alguns deles j\u00e1 mencionados acima. Vou destacar tr\u00eas deles. O primeiro foi a minha participa\u00e7\u00e3o dos prim\u00f3rdios da tecnologia PIII, a qual hoje \u00e9 vastamente utilizada em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde h\u00e1 pelo\u00a0 menos quatro servi\u00e7os de processamento de componentes de a\u00e7o por PIII para a ind\u00fastria metal-mec\u00e2nica. O segundo \u00e9 a minha contribui\u00e7\u00e3o, ao longo de dez anos de trabalho, para explorar e atingir o limite f\u00edsico do \u00f3xido de sil\u00edcio como diel\u00e9trico de porta na tecnologia\u00a0<em>metal oxide semiconductor<\/em>\u00a0(MOS). Formei uma rede de coopera\u00e7\u00e3o com laborat\u00f3rios acad\u00eamicos em quatro pa\u00edses diferentes e com laborat\u00f3rios industriais, entre eles IBM, Motorola, Texas Instruments, Bell-Lucent. Atingimos o limite f\u00edsico, 1 nm. A partir da\u00ed, toda a rede come\u00e7ou a trabalhar em um substituto para o \u00f3xido de sil\u00edcio, o que constitu\u00eda a primeira mudan\u00e7a na tecnologia MOS, depois de quarenta anos. Houve uma converg\u00eancia para o \u00f3xido de h\u00e1fnio e, eventualmente, alguns \u00f3xidos duplos com base no h\u00e1fnio. Este material se imp\u00f4s, permitindo um aumento de velocidade de processamento e hoje \u00e9 o utilizado como \u00f3xido de porta em processadores avan\u00e7ados. Ele permitiu a continuidade da lei de Moore que estava amea\u00e7ada. Esta \u00e1rea de pesquisa levou a forma\u00e7\u00e3o de uma gera\u00e7\u00e3o de ouro de doutores, todos em torno do \u00f3xido de porta, tema crucial para a micro e nanoeletr\u00f4nica.\u00a0 Muitos deles est\u00e3o em atividade profissional em empresas industriais, tanto em tecnologia do sil\u00edcio como em outras atividades.\u00a0 Finalmente, destaco a cria\u00e7\u00e3o de um ambiente de pesquisa em Engenharia e Ci\u00eancia dos Materiais e de um programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o nesta \u00e1rea. Comecei esta atividade com um \u00fanico elemento: Caxias do Sul e regi\u00e3o possuem um sem n\u00famero de empresas industriais, pequenas, m\u00e9dias e grandes, necessitando de pesquisa e forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos. S\u00f3 isso, mais nada. Ent\u00e3o, a partir do zero, consegui reunir um punhado de jovens doutores bem formados e construir o ambiente de pesquisa desejado, com muitos excelentes laborat\u00f3rios e um programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o bastante respeit\u00e1vel. O impacto disto no contexto industrial da regi\u00e3o \u00e9 not\u00e1vel e muito reconhecido.<\/p>\n<p><strong>Boletim da SBPMat: &#8211; Deixe uma mensagem para nossos leitores que est\u00e3o iniciando suas carreiras de cientistas.<\/strong><\/p>\n<p>Israel Baumvol: &#8211; Sigam o cora\u00e7\u00e3o e n\u00e3o as conveni\u00eancias. Aproveitem o doutorado, pois esta \u00e9 a melhor \u00e9poca da carreira: pesquisa criativa e livre de responsabilidades administrativas. N\u00e3o hesitem em expor suas ideias. Ideias novas n\u00e3o s\u00e3o necessariamente m\u00e1s ideias. Usem o p\u00f3s-doutorado para entrar em contato com o novo e inaudito. N\u00e3o procurem um lugar que trabalha no mesmo assunto de suas teses de doutorado. N\u00e3o hesitem em mudar de \u00e1rea, isto \u00e9 muito estimulante e constitui um importante fator de progresso individual. Eu tenho pena dos profissionais que continuam trabalhando no assunto da tese de doutorado, dez ou vinte anos depois de terem conclu\u00eddo o mesmo. Pesquisa aplicada pode ser muito boa pesquisa. Livrem-se dos preconceitos, tanto faz se a pesquisa \u00e9 fundamental, ou aplicada ou diretamente industrial. O que conta \u00e9 a qualidade. A \u00fanica distin\u00e7\u00e3o \u00e9 entre pesquisa de boa qualidade ou de m\u00e1 qualidade.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Israel Jacob Rabin Baumvol\u00a0nasceu no Rio Grande do Sul, na cidade de S\u00e3o Gabriel, no \u00faltimo dia de 1947. Ainda crian\u00e7a, mudou-se para Porto Alegre com seus pais e irm\u00e3os. Aos 19 anos de idade, ingressou na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para estudar F\u00edsica. 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