{"id":3155,"date":"2015-02-05T13:07:41","date_gmt":"2015-02-05T16:07:41","guid":{"rendered":"http:\/\/sbpmat.org.br\/?p=3155"},"modified":"2015-02-24T17:03:39","modified_gmt":"2015-02-24T20:03:39","slug":"historia-do-laboratorio-nacional-de-luz-sincrotron-parte-1-o-sonho-de-uma-grande-maquina-de-pesquisa-no-brasil-e-os-passos-previos-a-construcao-do-laboratorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/historia-do-laboratorio-nacional-de-luz-sincrotron-parte-1-o-sonho-de-uma-grande-maquina-de-pesquisa-no-brasil-e-os-passos-previos-a-construcao-do-laboratorio\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria do Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron &#8211; parte 1. O sonho de uma grande m\u00e1quina de pesquisa no Brasil e os passos pr\u00e9vios \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio."},"content":{"rendered":"<p><figure id=\"attachment_3158\" aria-describedby=\"caption-attachment-3158\" style=\"width: 576px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/LNLS-panoramica.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3158 \" title=\"LNLS panoramica\" src=\"http:\/\/sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/LNLS-panoramica-1024x682.jpg\" alt=\"\" width=\"576\" height=\"383\" srcset=\"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/LNLS-panoramica-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/LNLS-panoramica-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.sbpmat.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/LNLS-panoramica.jpg 1026w\" sizes=\"(max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3158\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia do LNLS mostrando tanto o acelerador principal quanto as linhas de luz. Cr\u00e9ditos: Julio Fujikawa \/ Divulga\u00e7\u00e3o LNLS.<\/figcaption><\/figure><\/p>\n<p>Desde 1997, no Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (<a href=\"http:\/\/lnls.cnpem.br\/\" target=\"_blank\">LNLS<\/a>), na cidade de Campinas (SP), el\u00e9trons acelerados at\u00e9 uma velocidade muito pr\u00f3xima \u00e0 da luz e comprimidos num feixe da espessura de um fio de cabelo percorrem um pol\u00edgono de 93 metros de comprimento, chamado \u201canel de armazenamento\u201d, gerando um tipo de radia\u00e7\u00e3o de brilho \u00edmpar com importantes aplica\u00e7\u00f5es no estudo da mat\u00e9ria org\u00e2nica e inorg\u00e2nica, a luz s\u00edncrotron.<\/p>\n<p>Em diversos pontos em\u00a0volta do anel, cientistas, principalmente do meio acad\u00eamico e tamb\u00e9m da ind\u00fastria, trabalham simultaneamente em diversos pequenos laborat\u00f3rios, conhecidos como \u201cesta\u00e7\u00f5es experimentais\u201d ou \u201clinhas de luz\u201d, cujos instrumentos cient\u00edficos utilizam os feixes gerados pela fonte de luz s\u00edncrotron depois de ser filtrados por monocromadores. Gra\u00e7as a esses filtros, cada experimento recebe o tipo de radia\u00e7\u00e3o do espectro eletromagn\u00e9tico que necessita, do infravermelho at\u00e9 os raios X.<\/p>\n<p>Ainda hoje, a fonte de luz s\u00edncrotron do LNLS \u00e9 a \u00fanica da Am\u00e9rica Latina. Desde a inaugura\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio, o uso das esta\u00e7\u00f5es experimentais \u00e9 gratuito e aberto \u00e0 comunidade cient\u00edfica internacional. Os interessados submetem seus projetos de pesquisa a um comit\u00ea composto por membros da comunidade cient\u00edfica, que os encaminha \u00e0 revis\u00e3o por pares. As propostas aceitas conseguem um espa\u00e7o na lotada agenda do LNLS, durante o dia ou \u00e0 noite. Nos \u00faltimos tempos, o laborat\u00f3rio tem beneficiado cerca de 1.500 pesquisadores por ano, origin\u00e1rios do Brasil (a maioria), da Argentina (cerca de 17%) e, em menores propor\u00e7\u00f5es, de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>As possibilidades de pesquisa experimental dispon\u00edveis no LNLS s\u00e3o aproveitadas em trabalhos das mais variadas \u00e1reas do conhecimento, como Qu\u00edmica, F\u00edsica, Biologia, Ci\u00eancias do Meio Ambiente, Geoci\u00eancias e, principalmente, Ci\u00eancia e Engenharia de Materiais. \u201cPara um n\u00famero expressivo de pesquisadores dessa \u00e1rea no Brasil, as linhas de luz do LNLS s\u00e3o alguns dos principais instrumentos de medi\u00e7\u00e3o nos seus programas de pesquisa\u201d, diz <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/2607045821829240\" target=\"_blank\">Harry Westfahl Jr.<\/a>, diretor cient\u00edfico do LNLS desde mar\u00e7o de 2013.<\/p>\n<p>De acordo com <a href=\"http:\/\/sbpmat.org.br\/gente-da-nossa-comunidade-entrevista-com-o-pesquisador-aldo-craievich\/\" target=\"_blank\">Aldo Felix Craievich<\/a>, cientista que teve uma importante participa\u00e7\u00e3o ao longo de todo o processo de cria\u00e7\u00e3o do LNLS e foi seu primeiro diretor cient\u00edfico, um dos objetivos do laborat\u00f3rio, desde o in\u00edcio, foi oferecer aos pesquisadores de Ci\u00eancia e Engenharia de Materiais uma infraestrutura experimental \u00fanica e de boa qualidade para suas pesquisas. \u201cO funcionamento do LNLS durante 17 anos j\u00e1 permitiu a muitos cientistas e engenheiros de Materiais utilizarem as diversas linhas de luz, que lhes permitiram realizar pesquisas em condi\u00e7\u00f5es muito favor\u00e1veis, a maior parte das quais seriam imposs\u00edveis em laborat\u00f3rios cl\u00e1ssicos\u201d, completa.\u00a0 De fato, a alta intensidade e outras caracter\u00edsticas singulares da luz s\u00edncrotron permitem estudar os materiais com maior detalhe do que a radia\u00e7\u00e3o que pode ser produzida por fontes encontradas nos laborat\u00f3rios das universidades. \u201cHoje, muitos materiais s\u00e3o nanomateriais e, neste contexto, os melhores tubos de raios X n\u00e3o conseguem concorrer com a radia\u00e7\u00e3o s\u00edncrotron\u201d, afirma Yves Petroff, f\u00edsico franc\u00eas que dirigiu centros de luz s\u00edncrotron na Europa e foi diretor cient\u00edfico do LNLS de novembro de 2009 a mar\u00e7o de 2013.<\/p>\n<p>Contando com t\u00e9cnicas experimentais como difra\u00e7\u00e3o de raios X (XRD), espalhamento de raios X a baixos \u00e2ngulos (SAXS), absor\u00e7\u00e3o de raios X (EXAFS, XANES), foto-emiss\u00e3o de el\u00e9trons (PES), espectroscopia VUV e microtomografia, as linhas de luz s\u00edncrotron permitem um amplo e profundo estudo da estrutura e propriedades dos materiais.\u00a0\u201cOs pesquisadores trazem ao LNLS os materiais criados em seus laborat\u00f3rios, como, por exemplo, pl\u00e1sticos mais resistentes, catalisadores mais eficientes ou metais com propriedades eletr\u00f4nicas e magn\u00e9ticas inusitadas, para compreender em n\u00edvel microsc\u00f3pico a manifesta\u00e7\u00e3o dessas propriedades inovadoras descobertas, ou mesmo para guiar novas rotas de s\u00edntese\u201d, exemplifica\u00a0Harry Westfahl Jr.<\/p>\n<p>De acordo com Aldo Craievich, a contribui\u00e7\u00e3o do LNLS ao desenvolvimento da Ci\u00eancia de Materiais \u00e9 atestada pela quantidade e qualidade de artigos publicados em revistas de alto impacto a partir de pesquisas experimentais realizadas no laborat\u00f3rio. A t\u00edtulo de exemplo, Craievich comenta que, no tri\u00eanio 2006 \u2013 2008, de um total de 547 publica\u00e7\u00f5es em revistas indexadas geradas a partir de trabalhos desenvolvidos no LNLS (as quais podem ser acessadas nos relat\u00f3rios anuais do LNLS), 211 foram publicadas em peri\u00f3dicos da \u00e1rea de Ci\u00eancia de Materiais, n\u00famero que aumenta ao se adicionar as publica\u00e7\u00f5es de Qu\u00edmica e F\u00edsica que tratam de aspectos b\u00e1sicos das propriedades de materiais s\u00f3lidos.<\/p>\n<p>Entretanto, a contribui\u00e7\u00e3o do LNLS ao desenvolvimento cient\u00edfico-tecnol\u00f3gico do pa\u00eds come\u00e7ou antes que o laborat\u00f3rio abrisse suas portas \u00e0 comunidade cient\u00edfica da academia e da ind\u00fastria. O processo de cria\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do LNLS como Laborat\u00f3rio Nacional foi uma rica experi\u00eancia para seus protagonistas e uma hist\u00f3ria interessante de se conhecer, principalmente devido ao fato de que a maior parte da fonte de luz s\u00edncrotron e das linhas de luz foi projetada e fabricada no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>G\u00eanese do LNLS: os prim\u00f3rdios<\/strong><\/p>\n<p>O desejo de possuir no Brasil um grande acelerador de part\u00edculas \u00e9 quase t\u00e3o antigo como a comunidade de f\u00edsicos do pa\u00eds. Uma das primeiras tentativas de instalar um equipamento desse tipo ocorreu no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950 e se caracterizou por ser uma proposta de constru\u00e7\u00e3o, em vez da compra, de uma dessas grandes m\u00e1quinas. O militar e cientista Almirante \u00c1lvaro Alberto da Motta e Silva, que tinha liderado a recente cria\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e presidia a institui\u00e7\u00e3o, viu na Universidade de Chicago um acelerador de part\u00edculas tipo sincroc\u00edclotron e voltou ao Brasil com a proposta de fabricar um pequeno equipamento desse tipo no Rio de Janeiro, no Centro Brasileiro de Pesquisas F\u00edsicas (CBPF), para treinar t\u00e9cnicos e cientistas do pa\u00eds que depois pudessem fabricar uma m\u00e1quina maior. O projeto foi iniciado em 1952. Em 1960, o sincroc\u00edclotron pequeno funcionou pela primeira vez, mas, por diversos motivos, nunca chegou a ficar totalmente operacional.<\/p>\n<p>Passado o per\u00edodo mais duro da ditadura militar brasileira, no qual muitos cientistas sa\u00edram do pa\u00eds, o assunto dos grandes equipamentos cient\u00edficos foi retomado e, em 1981, o presidente do CNPq, Lynaldo C. Albuquerque, chamou a comunidade cient\u00edfica a elaborar propostas de grandes m\u00e1quinas de pesquisa para implantar no Brasil. Em resposta, ocorreram no CBPF as primeiras discuss\u00f5es sobre a constru\u00e7\u00e3o de uma fonte de luz s\u00edncrotron. No final do ano, uma proposta foi apresentada por <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/8757864423761699\" target=\"_blank\">Roberto Lobo<\/a>, diretor do CBPF, ao presidente do CNPq. Em 1982, ambos os cientistas visitaram o laborat\u00f3rio nacional de luz s\u00edncrotron franc\u00eas LURE, da Universit\u00e9 Paris-Sud, onde Aldo Craievich estava realizando um est\u00e1gio de p\u00f3s-doutorado e adquirindo valiosa experi\u00eancia em aplica\u00e7\u00f5es dessa radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cDesde o in\u00edcio, o pequeno grupo de pessoas que particip\u00e1vamos dessas discuss\u00f5es percebemos que, para levar adiante esse projeto de grande porte, alta complexidade e elevado custo, era necess\u00e1rio conseguir um consenso da comunidade cient\u00edfica brasileira e atrair um razo\u00e1vel n\u00famero de potenciais usu\u00e1rios interessados\u201d, comenta Craievich. Nas lembran\u00e7as do cientista, a primeira apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica das ideias preliminares ocorreu no Encontro Nacional de F\u00edsica da Mat\u00e9ria Condensada realizado em Cambuquira, em abril de 1982. \u201cNa ocasi\u00e3o observou-se certa resist\u00eancia da comunidade cient\u00edfica ao ser informada do elevado custo do projeto, pelo temor de que isso pudesse afetar o financiamento de outros em andamento\u201d, conta Craievich.<\/p>\n<p>Mesmo assim, Lobo, Craievich e mais alguns pesquisadores do CBPF elaboraram um primeiro documento formal visando \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de uma fonte de luz s\u00edncrotron no Brasil (\u201c<a href=\"http:\/\/www.iaea.org\/inis\/collection\/NCLCollectionStore\/_Public\/16\/055\/16055125.pdf\" target=\"_blank\">Proposta preliminar do estudo de viabilidade para a implanta\u00e7\u00e3o de um laborat\u00f3rio nacional de radia\u00e7\u00e3o de s\u00edncrotron<\/a>\u201d), o qual, em 1983, foi aprovado pelo CNPq. O CNPq criou ent\u00e3o o Projeto Radia\u00e7\u00e3o Sincrotr\u00f3nica (PRS), coordenado por Roberto Lobo, e se disp\u00f4s a alocar verbas para formar recursos humanos para desenvolver o projeto e treinar futuros usu\u00e1rios. Ainda em 1983, no m\u00eas de outubro, o CNPq instaurou o comit\u00ea executivo do PRS, o qual era coordenado por Aldo Craievich (CBPF) e contava com mais sete participantes ligados ao CBPF, UFRJ, UNICAMP e USP. Entre eles, constava <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/3976969740642329\" target=\"_blank\">Ricardo Rodrigues<\/a>, que, alguns anos depois, seria nomeado diretor t\u00e9cnico na fase de constru\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio. Para promover uma maior divulga\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o do projeto e a forma\u00e7\u00e3o de futuros usu\u00e1rios foi realizado, em agosto de 1983, no CBPF, o Encontro sobre T\u00e9cnicas e Aplica\u00e7\u00f5es da Radia\u00e7\u00e3o S\u00edncrotron, do qual participaram 220 cientistas. Tamb\u00e9m com o objetivo de formar novos recursos humanos no in\u00edcio de 1984, o PRS lan\u00e7ou uma chamada oferecendo bolsas do CNPq de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mestrado, doutorado, p\u00f3s-doutorado e pesquisa, em temas relacionados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da fonte e linhas de luz e suas aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mais duas novidades marcaram o ano de 1984 na hist\u00f3ria do LNLS. O PRS passou a contar com um comit\u00ea t\u00e9cnico-cient\u00edfico (CTC), presidido por Roberto Lobo (USP) e formado por uma d\u00fazia de cientistas ligados ao CBPF, IPT, PUC-Rio, UNICAMP e USP, inclusive <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7384951401451091\" target=\"_blank\">Cylon Gon\u00e7alves da Silva<\/a>, que se tornaria o primeiro diretor do laborat\u00f3rio em 1986 e lideraria sua efetiva implanta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, em dezembro de 1984, o CNPq deu mais um passo rumo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da fonte de luz s\u00edncrotron ao criar a figura do Laborat\u00f3rio Nacional de Radia\u00e7\u00e3o S\u00edncrotron (LNRS), com Roberto Lobo como diretor\u00a0<em>pro tempore,<\/em><em>\u00a0<\/em>e ainda sem lugar designado para sua sede.<\/p>\n<p>Logo depois da cria\u00e7\u00e3o do LNRS, o CNPq fez uma chamada \u00e0 comunidade cient\u00edfica para que fossem submetidas propostas para a sua futura sede. Das quatro propostas de locais &#8211; Rio de Janeiro, Niteroi, Campinas e S\u00e3o Carlos -, o presidente do CNPq, numa das \u00faltimas resolu\u00e7\u00f5es de sua gest\u00e3o pouco antes do fim do governo militar, em fevereiro de 1985, escolheu Campinas como futura sede do LNRS.<\/p>\n<p><strong><em>Na pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do Boletim da SBPMat, n\u00e3o perca a reportagem sobre a segunda parte desta hist\u00f3ria \u2013 a fase da constru\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio.<\/em><\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 1997, no Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS), na cidade de Campinas (SP), el\u00e9trons acelerados at\u00e9 uma velocidade muito pr\u00f3xima \u00e0 da luz e comprimidos num feixe da espessura de um fio de cabelo percorrem um pol\u00edgono de 93 metros de comprimento, chamado \u201canel de armazenamento\u201d, gerando um tipo de radia\u00e7\u00e3o de brilho \u00edmpar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[625,209,59,53,644,39,645,646],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3155"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3161,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155\/revisions\/3161"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbpmat.org.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}